Dia Mundial da Doença de Alzheimer


Quando falamos em Alzheimer, é importante fugir de dois extremos: “é genético, então vou ter” ou “não tenho casos na família, então não tenho risco”. 

Nenhuma das duas afirmações é tão simples!

Existem formas hereditárias raras da doença, geralmente relacionadas a variantes patogênicas em genes específicos. Já a forma mais comum envolve uma combinação complexa de fatores genéticos, ambientais e relacionados ao envelhecimento.

O gene da apolipoproteína E (APOE-ε4)é o principal fator genético de risco conhecido para a forma mais comum da doença, mas carregar essa variante não determina sozinho o desenvolvimento do Alzheimer.

Genética não é destino! É informação que precisa ser interpretada dentro de um contexto.